ÍNDICE:
01.1 - O mundo Astral
01.2 - Os habitantes do Mundo Astral
01.2.1 - Humanos
01.2.2 - Não Humanos
01.2.3 - Artificiais
01.3 - Astral Inferior
01.3.1 - Conceituação Espírita
01.3.2 - Conceituação Esotérica
01.3.3 - Inferno
01.4 - Os Suicidas
01.1 - O MUNDO ASTRAL:
Quando viajamos no plano material,
havemos de atravessar um espaço: metros, quilômetros, léguas,
anos-luz. Mas no plano astral, quando se viaja, atravessam-se graus
de vibração; isto é, passa-se de um alto grau de vibração a um mais
baixo ou vice-versa. E estes variados planos ou sub-planos de
energia vibratória constituem as condições geográficas do mundo
astral. Há vários planos e sub-planos ou “regiões” do mundo astral,
onde se pode viajar, porém toda viagem astral se opera simplesmente
pela transição de um grau de vibração a outro, muda-se o foco da
consciência de um nível para outro.
De acordo com C.W. Leadbeather o
plano astral tem (7) sete subdivisões e cada uma tem um grau de
materialidade que lhe é próprio e corresponde a um certo estado de
agregação de matéria. Embora, por causa da pobreza da nossa
linguagem , sejamos forçados a chamar a esses sub-planos inferiores
e superiores.
Charles Webster Leadbeater
(1858 – 1934)
Livro Plano Astral Editora Pensamento
A matéria de cada um deles interpenetra a matéria do imediatamente
superior, existindo todos no mesmo espaço, embora as variedades
superiores de matéria se estendam para mais além da terra física do
que as inferiores.
O plano astral é muito maior do que
o físico e se estende alguns milhares de quilômetros acima de sua
superfície. As divisões inferiores em torno de três (3) são
semelhantes a da terra, principalmente a sexta, com suas
construções, e sociedade, mas na medida que vai aumentando as
vibrações e ascende a quinta e quarta divisão a vida se torna menos
material e menos dependente do mundo inferior e seus interesses.
01.1.1
- CIDADES ASTRAIS: Existe cidades, localidades, vida social,
construções fantásticas, igrejas, hospitais, convenções, palestras,
escolas, trabalho, moedas, alimentação.
01.1.2 - DUPLICIDADE: Cada objeto
material, cada partícula, tem o seu duplicado no astral. Quando
saímos no corpo astral penetramos neste mundo duplicado, de acordo
com a vibração podemos ficar próximo do mundo físico (baixo grau de
onirismo) ou muito grau onírico.
01.2 - OS HABITANTES DO MUNDO ASTRAL:
Não é fácil classificar e ordenar os seres astrais, tal sua
variedade e complexidade, mas podemos nos esforçar para isso,
começando a dividi-los em 3 grandes categorias: Humanos, os
não-humanos e os artificiais.
01.2.1 - HUMANOS:
Os cidadãos humanos do mundo
astral, separam-se naturalmente em dois grupos: Os vivos e os
Mortos.
01.2.1.1 - VIVOS:
01 – Adeptos e seus discípulos: São os humanos evoluídos, instruídos
que operam tanto com o corpo mental como astral, mas muito mais com
mental, pertencentes as Lojas, escolas orientais e algumas
ocidentais.
02 – Indivíduos Psiquicamente adiantados: Esses não estão sob
orientação de um Mestre (amparador), em geral são conscientes fora
do corpo físico, mas por falta de necessário treino e experiência
estão sujeitos a enganos e apreciação do vêem. Sua lucidez é
variável , variam de acordo com seu grau de desenvolvimento e em
muitos casos quando voltam ao corpo físico não lembram de sua
experiência.
03 – A pessoa Vulgar: Não possuem maturidade astral, flutuam
perto do corpo físico durante o sono., num estado mais ou menos
inconsciente, em alguns casos numa semi-adormecido, vagueia daqui
para ali, deitado seguindo algumas correntes astrais passando por
toda espécie de aventuras, umas agradáveis outras desagradáveis.
Quando menos evoluído for uma pessoa, mal definida será suas formas
astrais, sem contornos definidos, devido a alta densidade do seu
duplo etérico.
04 – O mago negro e seus discípulos: É semelhante a primeira, porém
voltada para o mal. As ordens que lidam com essas forças ocultas
poderosas são várias, mas podemos citar: Dügpas Europeus, Vodoo,
Obeah, Magia Negra, etc.
01.2.1.2 - MORTOS:
01 – Os Nirmânakáyas: Seres
elevados, no entanto por qualquer necessidade de missão que se
julgue necessário descem para o plano Astral.
02 – Discípulos a espera de
Reencarnação: Esse não é um habitante comum do mundo astral e sim do
mundo mental, mas ocasionalmente pode-se encontrar um ocasionamente
por isso é uma população muito reduzida.
03 – Os mortos Vulgares: É uma
classe cuja população são de milhares e milhares de almas, também
complexa limitar sua estadia no mundo astral, varia de algumas
horas, dias, semanas, meses, anos e até séculos.
Todos sem exceção tem que passar por todos as subdivisões do plano
astral no seu caminho para o mundo-céu, algumas percorrem essas
subdivisões inconscientes, para as pessoas evoluídas com várias
reencarnações, essa passagem é extremamente rápida.
04 - As Sombras: Quando a extinção
de um indivíduo é completa é sinal que acabou sua vida Astral, ele
passa para o plano Mental (Plano Devachânico). Mas, assim como ao
passar para o plano físico para o Astral há um abandono do corpo
físico, assim também na passagem do corpo astral para o mental, o
invólucro astral é abandonado e também irá se desintegrar, neste
caso o corpo astral abandonado, é um verdadeiro cadáver.
Infelizmente o homem vulgar deixa-se dominar por todos os desejos
inferiores, que uma parte da mente inferior se funde com o corpo dos
desejos, essas partículas da matéria astral possuem vida própria e
animam esse cadáver, gerando uma classe chamada: Sombras Essa sombra
não é o indivíduo real, mas conserva hábitos, semelhança física,
memória mas sua inteligência é limitada, pois é um farrapo de suas
piores qualidades. A duração de uma sombra varia segundo a qualidade
da mente inferior que a anima, mas apesar desta astúcia que engana
alguns médiuns despreparados em sessões espíritas, na medida que o
tempo passa ela vai perdendo a vitalidade e se degradando até cair
na classe seguinte: Os invólucros (Cascões Astrais).
05 – Os invólucros (Cascões Astrais): São os cadáveres astrais, o
corpo astral abandonado e em estado de desintegração, são
desprovidos de qualquer espécie de consciência e de inteligência,
vagueiam nas correntes astrais como nuvens impelidas por ventos
contrários. {b]Não pode ser confundido com o Duplo Etérico que
conserva-se a poucos metros post-mortem do cadáver físico, se
desintegrando lentamente são vistos nos cemitérios essas formas
azuladas com aparência de vapores, flutuando nos túmulos dos
cemitérios daqueles que recentemente deixaram o mundo físico, não é
um espetáculo agradável de ver. Mas os Cascões Astrais, que vagam,
podem ser usados e manipulados por meio de Magia Negra.
06 – Os invólucros vitalizados:
Alguns elementais artificiais, as vezes entram dentro destas cascas
astrais e dão uma vida aparente a eles. Geralmente o usam de uma
forma malévola,
07 – Vitimas de Morte Súbita e os
Suicidas: Todo o indivíduo que for arrancado de sua vida terrena
repentinamente, em pleno gozo de sua saúde e energias, vai se
encontrar no mundo astral numa situação diferenciada dos demais
seres que morreram por doença. No caso de suicídio ou de morte por
acidente, desastre, não se realizando os preparativos naturais e
graduais, compara-se como retirar o caroço de uma fruta quando esta
fruta estiver verde, grande quantidade de perietérico (combustível
vital), duplo etérico, alta densidade desta matéria é pertubadora
para o indivíduo recém morto, esta alta densidade vibratório levará
o indivíduo a cair na sétima zona astral conhecido por baixo astral
(Umbral). Porém se o indivíduo for de boa índole ficará
insconsciente e por pouco tempo neste mundo trevoso. O fato do
suicida, é bem mais difícil, porque interromperam sua vida através
do livre arbítrio, embora cada caso tem suas variantes e nem todos
os suicídios são consideráveis condenáveis, como o caso de Sócrates.
08 – Vampiros e Lobisomens: É a entidade mais cruel e repelente, mas
felizmente muito raras são essa criaturas, essas relíquias
horrorosas de um tempo em que o ser humano era mais animalesco, são
considerados fábulas da Idade Média, pertenciam a Quarta Raça da
terra, como na Rússia e Hungria, apesar das lendas exageradas, no
fundo tem uma verdade inquestionável. Essas criaturas apegadas ao
extremo a vida terrena usavam seu corpo astral para manter íntegro
seu corpo físico, roubando sangue dos vivos com seu corpo astral
semi materializado, existindo casos registrados na Europa Central de
aberturas de caixão encontrava-se o corpo fresco e sadio, muitas
vezes mergulhado num sangue fétido.
Já os lobisomens, também de extrema raridade, nos dias de hoje, eram
de uma raça extremamente carnívora que se alimentava de animais
vivos, numa extrema violência, quando mortos esses indivíduos semi
materializados numa espécie de Lobo e Homem atacavam nas matas
outros animais.
Portanto aos estudiosos de Viagens Astrais, não se preocupem pois
esses tipos são de extrema raridade nos dias de hoje e geralmente os
que existem ainda, agem próximos ao seu corpo físico.
09 – Magos Negros e seus
Discípulos: Pertencem ao outro extremo da escala, são espíritos
desencarnados, tendem a manter-se o maior tempo possível neste
plano, renegando o plano mental, são criaturas extremamente hábeis
com os poderes do mundo astral, violam a lei natural da evolução ,
pois mantém-se no mundo astral pela manipulação de artes mágicas:
MAGIA NEGRA. Deve-se frisar que para se conseguir isso, é a custa de
outras vidas, roubando de outrem o tempo de vida legítimo.
01.2.2 - NÃO HUMANOS:
01 – Corpos Astrais dos Animais:
Apesar de extraordinariamente numerosa, esta classe ocupa um lugar
subalterno no plano astral, visto ser muito curta a permanência
neste plano dos membros que a compõem. Os animais em sua grande
maioria ainda não adquiriram ainda uma individualização permanente e
quando morrem a essência monádica que os animava volta ao stratum
especial donde vieram. Geralmente essa existência não passa de uma
espécie de sonho inconsciente impregnado, ao que parece de uma
perfeita felicidade. Quanto aos animais domésticos que já atingiram
a individualidade, o caso de alguns gatos e alguns cachorros, esses
tem uma vida astral mais longa e mais ativa, mas caindo por fim num
estado passivo subjetivo que dura pouco. Dos animais selvagens os
que já atingiram a individualização encontra-se os Macacos
Antropóides, que forma uma classe interessante, visto que se
aproximam de reencarnarem como seres humanos.
02 – Os espíritos Naturais:
Compreende-se esta classe subdivisão tão numerosa e tão variada que
pode-se dizer não serem totalmente conhecidas em sua integralidade.
Classificadas por alguns escritores como ELEMENTAIS, são espíritos
da natureza, tendo os da terra, do ar, da água e fogo. São entidades
astrais dotadas de inteligência, definidas, que habitam e funcionam
cada um desses meios. Na linguagem popular tem uma grande variedade
de nomes: Fadas, pixies, brownies, salamandras, duendes, trolls,
sátiros, faunos, sacis, etc. São em forma reduzida ou de baixa
estatura.
Em geral são invisíveis para a visão física mas alguns possuem a
propriedade de se materializarem quando lhes convém.
Em sua maioria evitam os seres humanos, visto não gostarem das
emanações fluídicas humanas, os vícios e desejos desordenados põem
em ação correntes astrais que os pertubam. Os períodos de vida
desses seres variam muito, alguns muito curtos, outros maiores que
as nossas vidas.
03 – Os Devas: O mais alto sistema de evolução que tem relação com a
terra, são seres que os hindus chamam de Devas, no Ocidente Anjos,
"Filhos de Deus", amparadores, são considerados um reino acima do
humano, assim como os animais irracionais um reino inferior aos
humanos, chamados também de Regentes da Terra, Anjos Celestiais, são
eles agentes do Karma do ser humano. Poucas vezes se manifestam no
mundo astral, estão mais presentes no mundo mental, mas quando o
fazem são notáveis pela beleza e luz que irradiam, parecendo
possuírem asas tal beleza de suas auras, parecem possuir uma aureola
tal é a luz do seu chakra coronário.
01.2.3 - ARTIFICIAIS:
01 – Elementais criados
inconscientemente: A essência elemental nos rodeia por todos os
lados. É flagrante o efeito produzido por um pensamento que quando
apodera-se da matéria plástica astral, ele molda instantaneamente um
ser vivo, ser que uma vez criado não fica de forma nenhuma sob a
influência do seu criador , mas adquire o instinto básico de
qualquer réstia de vida que o INSTINTO DE SOBREVIVÊNCIA. A duração
de um elemental (Formas-Pensamento) varia muito sendo proporcional a
intensidade dos pensamentos de quem o gerou. Alguns minutos, horas,
mas o pensamento forte, repetitivo, convicto pode durar alguns dias.
Os elementais ficam em volta do seu criador em suspensão,
circulando, tendem a provocar a repetição da idéia buscando se
fortificar para viver mais tempo. Crianças criam companheiros
astrais. Tem como tendência prolongar suas curtas vidas reagindo
sobre o seu criador, provocando a renovação do pensamento que o
originou. Existem casos de criações encontrarem energias paralelas e
se alimentarem de várias ao mesmo tempo, o que prolongaria sua vida
por um tempo bem considerável, alguns deixam seus criadores ,
encontrando essa energia no próprio astral se transformam em
demônios errantes. Casos de mães devotas criando para seus filhos
anjos da guarda, visto por muitos clarividentes, acompanhando
algumas crianças.
02 – Elementais Criados Conscientemente: Tantos os adeptos e
ocultistas da Magia Branca e Magia Negra se servem freqüentemente de
elementais artificiais nos seus trabalhos, neste caso essas
criaturas são como escravas, poucas são as tarefas que não possam
ser realizadas por essas criaturas quando cientificamente preparadas
e habilmente dirigidas. Não tem sido pouco o mal que essas criaturas
espalham pelo mundo. Os elementais formados conscientemente são
dotados de uma inteligência superior aos formados inconscientemente,
além da duração de suas vidas, serem bem maiores, por isso são mais
perigosos. Da mesma forma são mais astutas para prolongar a vida,
quer alimentando-se como Vampiros da vitalidade de seres humanos,
quer influenciando que façam oferendas, matando animais, cuja
vitalidade é direcionada e absorvida pelo elemental. Podem prolongar
suas vidas por anos a fio, tem casos que são séculos. Tem um caso na
índia que uma entidade protetora das lavouras, quando não lhes era
ofertada as oferendas, alimentos, focos de fogos espontâneos
rebentavam simultaneamente entre as cabanas, apareciam do nada.
03 – Artificiais Humanos: apesar de
ser pouco numerosa esta entidade existe, guardiões de Lojas Brancas,
Demônios da Idade Média, líderes que já reencarnaram, mas seu ser
artificial ainda continuam vivo no mundo astral e são vistos por
clarividentes.
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Charles Webster Leadbeater (Londres, Inglaterra, 16 de fevereiro de
1847 – Perth, Austrália, 1º de março de 1934), foi sacerdote da
Igreja Anglicana e Bispo da Igreja Católica Liberal, clarividente,
escritor, orador, maçom e uma das mais influentes personalidades da
Sociedade Teosófica.
Fontes:
Anie Besant, C.W. Leadbeather.
01.3 - ASTRAL INFERIOR - INFRADIMENSÃO
ZONA DE BAIXA DENSIDADE – OITAVA ESFERA - UMBRAL - INFERNO
01.3.1 - CONCEITUAÇÃO ESPIRITA:
Allan Kardec - O Codificador da
Doutrina -, na questão 1.012 de "O Livro dos Espíritos":
A definição sintética da Doutrina Espírita explica: "Céu e Inferno
são estados de consciência". Esta tese foi desenvolvida pelos
Espíritos Reveladores do Espiritismo
Haverá no Universo lugares
circunscritos para as penas e gozos dos Espíritos, segundo seus
merecimentos?
"Já respondemos a esta pergunta. As penas e os gozos são inerentes
ao grau de perfeição dos Espíritos. Cada um tira de si mesmo o
princípio de sua felicidade ou de sua desgraça. E como eles estão
pôr toda a parte, nenhum lugar circunscrito ou fechado existe
especialmente destinado a uma ou outra coisa. Quanto aos encarnados,
esses são mais ou menos felizes ou desgraçados, conforme é mais ou
menos adiantado o mundo em que habitam."
De acordo, então, com o que vindes
de dizer, o inferno e o paraíso não existem, tais como o homem os
imagina?
"São simples alegorias: pôr toda parte há Espíritos ditosos e
inditosos. Entretanto, conforme também já dissemos, os Espíritos de
uma mesma ordem se reúnem pôr simpatia; mas podem reunir-se onde
queiram, quando são perfeitos.". Allan Kardec, a seguir, complementa
este assunto dizendo que a localização absoluta das regiões das
penas e das recompensas só na imaginação do homem existe. Provém da
sua tendência a materializar e circunscrever as coisas, cuja
essência infinita não lhe é possível compreender.
Livro dos Espíritos:
300- Dois Espíritos perfeitamente
simpáticos, uma vez reunidos, o serão pela eternidade, ou podem se
separar e se unir a outros?
– Todos os Espíritos são unidos entre si. Falo daqueles que
atingiram a perfeição. Nas esferas inferiores, quando um Espírito se
eleva, já não tem mais a mesma simpatia por aqueles que deixou para
trás.
O Céu e o Inferno – Capítulo VII –
18º
Se se pode conceber um lugar circunscrito de castigo, tal lugar é,
sem dúvida, nesses mundos de expiação, em torno dos quais pululam
Espíritos imperfeitos, desencarnados à espera de novas existências
que lhes permitam reparar o mal, auxiliando-os no progresso.
O Céu e o Inferno – Espíritos Endurecidos – Lapommeray – III
Assim, pode o homem, a despeito da
sua criminalidade, possuir um progresso interno e elevar-se acima da
espessa atmosfera das baixas camadas, isto pelas faculdades
intelectuais sutilizadas, embora tivesse, sob o jugo das paixões,
procedido como um bruto. A ausência de ponderação, o desequilíbrio
entre o progresso moral e o intelectual, produzem essas tão
freqüentes anomalias nas épocas de materialismo e transição.
A Gênese – Capítulo XIV – Obsessões e Possessões
Pululam em torno da Terra os maus
Espíritos, em conseqüência da inferioridade moral de seus
habitantes. A ação malfazeja desses Espíritos é parte integrante dos
flagelos com que a Humanidade se vê a braços neste mundo. A obsessão
que é um dos efeitos de semelhante ação, como as enfermidades e
todas as atribulações da vida, deve, pois, ser considerada como
provação ou expiação e aceita com esse caráter.
Revista Espírita, edição de setembro de 1859
"Confissão de Voltaire" e constante da , precisamente no §7º do
terceiro comentário do diálogo com o cardeal Wolsey:
Como eu já disse, eu debochava de
tudo, e foi lançando um desafio que abordei o mundo espírita.
Inicialmente, fui levado para longe das moradas dos Espíritos e
percorri o espaço incomensurável. Em seguida foi-me permitido lançar
os olhos sobre as maravilhosas construções que serviam de habitação
aos Espíritos e, com efeito, pareceram-me surpreendentes. Fui
empurrado, aqui e ali, por uma força irresistível; era obrigado a
ver, até que minha alma fosse saciada pelos esplendores e esmagada
ante o poder que controlava tais maravilhas.
Site Espirita:
Umbral [do espanhol umbral= soleira da porta]
a) Limiar, entrada.
b) Conforme informação do Espírito André Luiz, uma das regiões
inferiores do Mundo Espiritual em que se agregam por sintonia
mentais ainda em descompasso com o bem.
Emmanuel
É o próprio espírito que inventa o seu inferno ou cria as belezas do
seu céu.
AÇÃO e REAÇÃO - Francisco Cândido Xavier - André Luiz
O inferno nada mais é que os reflexo de nós mesmos, quando, pelo
relaxamento e pela crueldade, nos entregamos à prática de ações
deprimentes, que nos constrangem a temporária segregação nos
resultados deploráveis de nossos próprios erros.
AÇÃO e REAÇÃO - Francisco Cândido
Xavier – André Luiz - 17ª edição. página - André Luiz
Umbral, situado entre a Terra e o Céu, dolorosa região de sombras,
erguida e cultivada pela mente humana, em geral rebelde e ociosa,
desvairada e enfermiça.
NO MUNDO MAIOR - Francisco Cândido Xavier - pelo espírito André Luiz
- [20ª edição, pág. 60] - André Luiz
Não devemos acreditar, porém, quanto aos serviços de resgate e de
expiação, que a esfera carnal seja a única capaz de oferecer o
bendito ensejo de sofrimento áspero, redentor. Em regiões sombrias,
fora dela, quais não podes ignorar, há oportunidade de tratamento
expiatório para os devedores mais infelizes, que voluntariamente
contraíram perigosos débitos para com a Lei.
Compilação de diversos Sites:
provação é a luta que ensina ao discípulo rebelde e preguiçoso a
estrada do trabalho e da edificação espiritual.
A expiação é a pena imposta ao malfeitor que comete um crime.
Nome atribuído a uma localidade do chamado "astral inferior", onde
se estabelecem os espíritos de baixa vibração espiritual, que
precisam pagar por infrações cometidas contra as leis de Deus. Em
geral suicidas, homicidas, almas desajustadas e cometedoras de
graves delitos. Sua descrição não foge muito as descrições dantescas
do inferno.
E aí pode estar uma das razões da lenda de um inferno de fogo e
enxofre. Porém a realidade dos espíritos que expiam no umbral é bem
diferente e por que não dizer bem pior que a do inferno católico. O
espírito, não raro, sofre incessantemente com a visão de seu
suicídio ou de seus crimes.
Ás vezes, por anos a fio, revê sem parar o instante em que com um
tiro tirava a própria vida, sente a carne sendo dilacerada pelo
projétil, vê a condição desamparada de seus filhos que porventura
tenha deixado, é constantemente acusado de assassino, numa guerra
psicológica fora de nossa compreensão. Muitas vezes sente fome ou
sede insuportáveis, as vezes por anos seguidos.
Sente frio ou calor inenarráveis. E
muito freqüentemente sentem o seu próprio corpo sendo consumido
pelos vermes, o vê se deteriorando e sente todas as sensações
decorrentes deste estado de putrefação. O umbral se caracteriza, na
linguagem dos espíritos, como um lugar de extremo sofrimento, "de
choro e ranger de dentes". Muitas vezes o espírito, tão ignorante,
desencarna, passa ali vários anos e mesmo assim ignora sua condição
desencarnado.
Segundo as descrições dos espíritos, o umbral é a sede dos espíritos
de baixo desenvolvimento espiritual da terra , e sua descrição é,
não raro, de um lugar de trevas povoado de dor, gritos de
sofrimento, gemidos, de um insuportável cheiro pútrido, o que já é
suficiente para caracterizar o nível moral dos que ali residem.
Essa descrição deve ser tomada como uma constante, pois o umbral,
como já relatado alhures, se trata do nome do lugar onde existem
essas características básicas e para onde os espíritos inferiores
são encaminhados para resgatar dívidas, crimes e infrações.
O umbral se localiza próximo a crosta terrestre. E é
importantíssimo lembrar a maior diferença entre o umbral e o inferno
católico:
No inferno católico a alma infeliz recebe uma sentença eterna de
sofrer nas chamas do inferno para todo o sempre.
Segundo a doutrina espírita, o
umbral é a região onde o espírito desregrado permanece
temporariamente, até que lhe seja permitida uma nova encarnação para
que possa, sob o jugo da matéria, resgatar melhor suas dívidas para
com Deus ou expiar para que possa continuar caminhando para frente
rumo a sua evolução.
Porque no espiritismo não existe
uma lei de Deus que condene ou felicite um espírito eternamente,
pois existe a lei da reencarnação e uma imposição assim estaria
claramente negando a tão falada justiça divina, que o catolicismo
tanto proclama mas se contradiz totalmente ao impor penas eternas
para uma alma que só teve uma encarnação para praticar o bem e o
mal.
Leitura básica:
"O martírio dos suicidas" de Almerindo Martins de Castro,
"Nosso Lar" de André Luiz e psicografado pelo médium Francisco
Cândido Xavier,
"Nos bastidores da obsessão" psicografado pelo médium Divaldo
Pereira Franco e ditado pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda
e "O céu e o Inferno" de Allan Kardec
ÍNDICE:
02 - O PLANO MENTAL
02.1 - O que é o Plano Mental?
02.2 - Ambiente
02.3 - Veículos usados no Plano
Mental
02.3.1 - Corpo Mental
02.3.2 - Corpo Causal
02.3.3 - Além do Plano Mental
02.3.4 - Dimensões
02.4 - Plano Mental Inferior:
02.4.1 - Sétimo Subplano - Céu
Inferior
02.4.2 - Sexto Subplano - Segundo
Céu
02.4.3 - Quinto Subplano - Terceiro
Céu
02.4.4 - Quarto Subplano - Quarto
Céu
02.5 - Plano Mental Superior
02.5.1 - Terceiro Subplano - Quinto
céu
02.5.2 - Segundo Subplano - Sexto
Céu
02.5.3 - Primeiro Subplano - Sétimo
Céu
02.6 - Habitantes do Plano Mental
02.6.1 - Humanos
02.6.2 - Não Humanos
02.6.3 - Artificiais
02.7 - Registros Akásicos
02.8 - Outros Planos:
02.8.1 - A dimensão Mental
02.8.2 - A dimensão Búdica
02.8.3 - A dimensão Átmica
02.1 - O que é o Plano Mental?
O Plano Mental é uma elevada região
do universo, o mundo-céu das religiões, denominado Devacan, "o lugar
dos deuses", ou Devasthan e Svarga pelos hindus; Sukhavati pelos
budistas, Campos Elíseos pelos antigos gregos, Céu pelos
zoroastrianos e cristão. É geralmente tido como uma região de perene
felicidade.
O Plano Mental é um mundo, plano,
nível, dimensão, esfera ou região de nosso universo; como um mundo
esplêndido de exuberante vida, onde podemos residir tanto agora como
depois da vida astral, no intervalo entre duas encarnações.
O Plano Mental é o imediatamente
superior ao Astral, porém é absolutamente necessário que o estudante
de Teosofia e Esoterismo compreenda a verdade capital de que em
nosso universo há sete planos, mundos, níveis, esferas ou regiões,
cada um com sua matéria peculiar de apropriado grau de densidade que
interpenetra a matéria do plano contiguamente inferior.
Portanto, as palavras "superior", "alto" e "baixo", com
referência aos planos ou mundos de nosso universo, não denotam sua
posição, pois que todos ocupam o mesmo espaço, senão tão-só indicam
o maior ou menor grau de condensação de matéria primordial e sua
diversa tônica de vibração ou manifestação consciencial já que não
existe um termo correto para explicar essa.
Como exemplo da possibilidade de entrar no plano mental durante o
sono, mencionaremos um incidente ocorrido em relação a um pessoa de
mente elevada, ao chegar ao oceano de luz e cor em que ele flutua,
inteiramente absorto em seus próprios pensamentos, permanecia em
extática contemplação da paisagem e de tudo quanto a paisagem lhe
sugeria, com aguda intuição, a perfeita apreciação e o intenso vigor
do pensamento peculiar do plano mental, despertou com um sentimento
de profunda paz e gozo interior, embora não se recordasse de nada do
que sonhou.
O Plano Mental é formado de 7
Subplanos:
4 inferiores ou Atrasado (baixo)
(Sétimo até o quarto)
3 Superiores ou Evoluído (alto)
(Terceiro, segundo e primeiro)
02.2 - AMBIENTE:
Não existem construções como no
mundo físico, casas, estradas. O plano mental é um mar de luz,
aconchegante, vibrante, vivo, existe uma energia inteligente no ar,
uma dança mágica de cores a vibração conta a história do universo,
uma felicidade, uma paz indiscritível.
Que um homem se imagine, com o
sentimento de intensa felicidade e poder enormemente aumentado já
descritos, flutuando em um mar de luz viva, rodeado por todas as
variedades concebíveis de beleza de cor e forma – o todo mudando com
cada onda de pensamento que emite de sua mente, e sendo em verdade,
como logo irá descobrir, somente a expressão de seu pensamento na
matéria do plano e em sua essência elemental. Pois aquela matéria é
da mesmíssima classe que aquela de que o próprio corpo mental é
composto, e portanto quando aquela vibração de partículas do corpo
mental a que chamamos pensamento ocorre, ela imediatamente se
difunde para a matéria mental circunstante, e nela suscita vibrações
correspondentes, enquanto que na essência elemental ela se espelha
com absoluta exatidão.
Pensamentos concretos naturalmente tomam a forma dos objetos,
enquanto que idéias abstratas usualmente aparecem como todos os
tipos de perfeitas e formosíssimas formas geométricas; mas em
relação a isso deve ser lembrado que muitos pensamentos que para nós
cá embaixo são pouco mais que a mais aérea das abstrações, se tornam
fatos concretos neste plano superior.
02.3 - VEÍCULOS USADO NO PLANO MENTAL:
02.3.1 - CORPO MENTAL: (saiba mais
sobre o Corpo Mental)
Veículo usado: Corpo Mental. Forma:
Luz Ovalada, sede da consciência.
Este veiculo da consciência humana compõe-se dos quatro
subplanos inferiores do Devachân, aos quais pertence. Mas trabalho
dentro do plano astral e este dentro do corpo físico. Quando a
pessoa é bruta pouca evoluída, este corpo não se manifesta
solitariamente, tem sua atividade quando dentro dos corpos astral e
físico.
O corpo Mental apresenta uma particularidade ao mostrar a
sua parte exterior na aura humana, na medida que o ser evolui em
suas encarnações, esse corpo vai crescendo, aumenta em volume e em
atividade. Em cada encarnação é fabricado um corpo físico, que varia
segundo local e sexo. Um ser humano comum, que tem só sentidos para
o mundo físico é um ser adormecido para o mundo astral e
principalmente o mental. Mesmo quando adormece seu corpo astral fica
nas proximidades do físico, como se fosse um balão amarrado na mão
de uma criança, sempre adormecido, produzindo sonhos normais
internos (dentro do cérebro físico).
Para entendermos como é construído
o corpo mental, temos que ir até a origem de um ser.
Cada espírito é uma partícula da
Força presente em todo o Universo. Cada partícula inicia sua
trajetória evolutiva no reino mineral, percorre o vegetal e atinge o
reino animal. Portanto, em todo o Universo esta Força está em
constante evolução. Um espírito não "nasce" do nada, ele é o
resultado de uma longa trajetória. Como disse um sábio, "A
consciência dorme no mineral, respira no vegetal, sonha no animal e
acorda no hominal."
Lá no Reino Mineral os primeiros
traços na energia na sua forma mais grosseira nos primeiros traços
existencial surge os primeiros sinais, quando essa energia começa os
primeiros traços vibratórios já que está condensada na sua forma
mais bruta, o universo físico toda tem seu duplo astral e seu
mental.
02.3.2 - CORPO CAUSAL: (Saiba mais sobre o Corpo Causal)
É o segundo corpo Mental, que
designamos sob seu nome distintivo de: “Corpo Causal”. Damos-lhe
este nome em virtude de nele residirem todas as causas cujos efeitos
se manifestam nos planos inferiores. É o receptáculo, o
reservatório, onde todos os tesouros do homem se acham acumulados
para a eternidade e vai sempre se desenvolvendo sem parar. É no
corpo causal que são assimilados todos os resultados duráveis da
atividade humana. Num ser embrutecido, ele no começo é como um tênuo
véu incolor, vai se fortalecendo e se revestindo de cores
maravilhosas na medida que vão passando as reencarnações e vai se
tornando exuberante, vibrante energeticamente, adquirindo vida ativa
no PLANO MENTAL SUPERIOR. Conhecido como fio-ego, sutrâtma
reencarnador. Neste corpo reside o Karma e o Darma, sendo que o
darma tem atributos imortais e o Karma atributos temporários, onde
trava-se esta luta energética para purificar e queimar essas
energias negativas.
02.3.3 – Além do Plano Mental:
Os planos acima do mental são o Bhúdico, Atman, Anupadaka,
Adi. São usados o corpo espiritual INTIMO, a essência do ser, mais
próxima de Deus.
02.3.4 – Dimensões:
3º dimensão = mundo físico (comprimento, largura,
profundidade)
4º dimensão = mundo vital plano astral - mundo da fadas, gnomos, e
elementais da naatureza
5º dimensão = mundo astral mental inferior - mundo dos sonhos
6º dimensão = mental superior o mundo causal
7º dimensão = mundo atmico e budhico - morada do Pai, do real Ser
02.4 - PLANO MENTAL INFERIOR:
É corporal, ainda inferior em
evolução consciencial, mesclado pelas energias do psicossoma ou do
plano astral, permite a deslocação interdimensional de uma bola de
energia ovóide (Corpo mental).
02.4.1 - Sétimo Subplano -O Céu
Inferior
Veículo usado: corpo Mental
Esta subdivisão mais baixa do mundo celeste, à qual a ação de nosso
corpo mental alçou os objetos de seu amável cuidado, tem como sua
principal característica a afeição por familiares ou amigos –
altruísta, é claro, mas usualmente algo estreita.
Aqui, entretanto, devemos nos
precaver contra a possibilidade de mal-entendido. Quando é dito que
a afeição familiar leva um homem ao sétimo subplano celestial, e a
devoção religiosa ao sexto, as pessoas por vezes naturalmente
imaginam que uma pessoa tendo estas duas características fortemente
desenvolvidas em si dividiria este período no mundo celeste entre
estas duas subdivisões, primeiro passando um longo período de
felicidade em meio à sua família, e então ascendendo para o próximo
nível, onde esgotaria as forças espirituais engendradas por suas
aspirações devocionais.
02.4.2 - Sexto Subplano - O Segundo
Céu
Veículo usado: corpo Mental.
Podemos dizer que a característica
dominante desta subdivisão seja a devoção religiosa. A distinção
entre tal devoção e o sentimento religioso que acha sua expressão no
segundo subplano do astral reside no fato de que a primeira é
puramente altruísta (sendo o homem que a sente totalmente
desinteressado quanto ao resultado que sua devoção possa trazer a si
mesmo), enquanto a outra é sempre despertada pela esperança e desejo
de ganhar alguma vantagem através dela; de modo que no segundo
subplano astral onde tais sentimentos religiosos são ativos eles
invariavelmente contêm um elemento de barganha egoísta, enquanto que
a devoção que soergue o homem até o sexto subplano do mundo celeste
é inteiramente livre de qualquer destas manchas.
02.4.3 - Quinto Subplano - O
Terceiro Céu
Veículo usado: corpo Mental
A característica principal desta
subdivisão pode ser definida como devoção se expressando em trabalho
ativo. O ser neste plano, por exemplo, em vez de meramente adorar
seu Salvador, pensaria em si mesmo indo pelo mundo para trabalhar
por ele. É especialmente o plano da consecução de grandes esquemas e
projetos irrealizados na Terra – de grandes organizações inspiradas
pela devoção religiosa, e usualmente tendo como objetivo algum
propósito filantrópico.
02.4.4 - Quarto Subplano - O Quarto
Céu
Veículo usado: corpo Mental.
Tão variadas são as atividades
deste, o mais alto dos planos rûpa, que é difícil agrupá-las sob uma
única característica. Talvez elas possam ser melhor arranjadas em
quatro divisões principais – busca altruísta por conhecimento
espiritual, alto pensamento filosófico ou científico, habilidade
artística ou literária exercida com propósitos altruístas, e serviço
por amor ao serviço. A definição exata de cada uma destas classes
será mais prontamente compreendida quando alguns exemplos de cada
forem dados.
Naturalmente é daquelas religiões onde a necessidade de conhecimento
espiritual é reconhecida que a maioria da população deste subplano é
retirada. Será lembrado que no sexto subplano encontramos muitos
Budistas, cuja religião tinha principalmente assumido a forma de
devoção ao seu grande líder como pessoa; aqui, ao contrário, temos
estes seguidores mais inteligentes cuja aspiração suprema foi sentar
a seus pés e aprender – os que o viram mais como um instrutor do que
como uma criatura a ser adorada.
02.5 - PLANO MENTAL SUPERIOR:
O segundo Plano Mental, pode se
chamar acorporal, mais evoluído, puro, constitui o meio ambiente
nativo da Consciência, ambiente indescritível e incompreensível à
racionalidade humana atual, não espaço, não tempo, não forma.
Os Mundos Celestes Superiores
Veículo usado: corpo Causal.
Nós agora deixamos os quatro níveis
inferiores ou rûpa do plano mental, nos quais o homem atua em sua
personalidade temporária, e passamos a considerar os três níveis
superiores ou arûpa, sua morada verdadeira e relativamente perene.
02.5.1 - Terceiro Subplano - O
Quinto Céu
Veículo usado: corpo Causal.
Este, o mais baixo dos subplanos
arûpa, é também de longe a mais populosa de todas as regiões com que
nos familiarizamos, pois aqui estão presentes quase todos os
sessenta bilhões de Almas que nos dizem estar engajadas na presente
evolução humana – todas, de fato, exceto o comparativamente pequeno
número das que são capazes de atuar no segundo e primeiro subplanos.
Cada alma é representada por uma forma ovóide – de início uma
simples película, incolor e quase invisível, da mais tênue
consistência; mas, com a evolução do Ego, este corpo começa a
mostrar uma tremeluzente iridescência como uma bolha de sabão, as
cores a brincar em sua superfície como os matizes cambiantes
produzidos pela luz do sol nos borrifos de uma cachoeira.
Compostas de matéria inconcebivelmente fina, delicada e etérea,
intensamente viva e pulsando com fogo vivente, ao adiantar sua
evolução ela se torna um radiante globo de cores flamejantes, suas
altas vibrações emitindo fulgurações de tons mutáveis sobre sua
superfície – tons dos quais a Terra nada sabe – brilhantes, suaves e
luminosos além do poder de descrição da linguagem.
02.5.2 - Segundo Subplano - O Sexto
Céu
Veículo usado: corpo Causal
Da densamente povoada região que
estivemos considerando passaremos para um mundo mais esparsamente
habitado, como se nos deslocássemos de uma grande cidade para um
pacato vilarejo interiorano; pois no presente estágio da evolução
humana somente uma pequena minoria de indivíduos subiu até este
elevadíssimo nível onde até o menos avançado é definitivamente
auto-consciente, e também consciente de seu entorno.
Capaz de rever o passado donde veio
pelo menos em alguma extensão, a Alma neste nível está ciente do
propósito e método da evolução; ela sabe que está empenhada num
trabalho de auto-desenvolvimento, e reconhece os estágios da vida
física e post-mortem pelos quais passa em seus veículos inferiores.
A personalidade a que está conectada é vista por ela como parte de
si mesma, e tenta guiá-la, usando seu conhecimento do passado como
um repositório de experiência da qual eduz princípios de conduta,
convicções claras e imutáveis sobre o certo e o errado.
02.5.3 - Primeiro Subplano - O
Sétimo Céu
Veículo usado: Causal e Super Ego (
Intimo )
Este, o nível mais glorioso do
mundo mental, ainda tem apenas poucos moradores de nossa humanidade,
pois em suas altitudes não reside ninguém além dos Mestres da
Sabedoria e Compaixão, e seus discípulos iniciados. Da beleza de
forma e cor e som daqui nenhuma palavra pode falar, pois a linguagem
mortal não possui termos nos quais aqueles radiantes esplendores
possam achar expressão. Basta que existam, e que alguns de nossa
raça os estejam vestindo, o penhor do que outros hão de ser, a
fruição cuja semente foi plantada nos planos mais baixos. Estes
completaram a evolução mental, de modo que neles o mais elevado
rebrilha mesmo através do mais baixo; pois o véu ilusório da
personalidade foi erguido de seus olhos, e sabem e percebem que não
são a natureza inferior, mas só a usam como veículo de experiência.
Ela pode ainda ter o poder nos menos evoluídos deles de abalar e
limitar, mas eles não podem jamais cair no desatino de confundir o
veículo com o Eu por trás dele. Disto estão salvos por manterem sua
consciência ininterrupta não só de um dia para outro mas de vida
para vida, de modo que as vidas passadas não são tanto recuperadas
pela retrospecção, mas estão como que sempre presentes em sua
consciência, sentindo-as o homem como uma só vida antes do que como
muitas.
02.6 - Habitantes do Plano Mental:
02.6.1 - HUMANOS:
Exatamente como foi o caso quando
tratamos do mundo inferior, será desejável que subdividamos os
habitantes humanos do plano mental em duas classes:
01 - Os Encarnados:
Aqueles seres humanos que, enquanto ainda ligados a um corpo
físico, são encontrados se movendo em plena consciência e atividade
neste plano, são invariavelmente Adeptos ou seus discípulos
iniciados, pois até que um estudante tenha sido ensinado por seu
Mestre como usar seu corpo mental ele será incapaz de se mover com
liberdade mesmo nos seus níveis inferiores.
02 - Os Adormecidos ou em transe:
Ao pensarmos nos habitantes encarnados do plano mental,
naturalmente se apresenta por si a questão de se ou pessoas comuns
durante o sono, ou pessoas psiquicamente desenvolvidas numa condição
de transe, podem alguma vez penetrar até este plano. Em ambos os
casos a resposta deve ser que a ocorrência é possível, ainda que
extremamente rara. Pureza de vida e de propósito são pré-requisitos
absolutos, e mesmo quando o plano fosse alcançado não haveria nada
que se poderia chamar de consciência real, mas simplesmente uma
capacidade para receber certas impressões.
03 - Os Desencarnados:
Antes de considerarmos em detalhe a condição das entidades
desencarnadas nas várias subdivisões do plano mental, devemos ter
mui claramente em nossas mentes a larga distinção entre os níveis
rûpa e arûpa, aos quais já fizemos menção. No primeiro o homem vive
inteiramente no mundo de seus próprios pensamentos, ainda se
identificando completamente com sua personalidade na vida que acabou
de deixar; no último ele é simplesmente o Ego ou Alma reencarnante,
que (se tiver desenvolvido suficiente consciência naquele nível para
saber qualquer coisa com clareza) compreende, pelo menos em alguma
extensão, a evolução na qual está engajado, e o trabalho que tem de
fazer.
Deveria ser lembrado que cada homem passa através de ambos
estes estágios entre a morte e o nascimento, ainda que a maioria não
desenvolvida tenha tão pouca consciência em qualquer um deles que
poderia ser dito com mais verdade que sonham através deles. Não
obstante, seja consciente ou inconscientemente, todo ser humano deve
tocar os níveis mais altos do plano mental antes que a reencarnação
possa ter lugar; e à medida que sua evolução progride este toque se
torna mais e mais definido e real para ele. Não só é mais consciente
lá à medida que progride, mas o período que passa naquele mundo se
torna mais longo; pois o fato é que sua consciência está lenta mas
constantemente se elevando através dos diferentes planos do sistema.
O homem primitivo, por exemplo, tem comparativamente pouca
consciência em qualquer plano além do físico durante a vida, e do
astral inferior após a morte; e na verdade o mesmo pode ser dito do
homem inteiramente não desenvolvido de nossos dias. Uma pessoa um
pouco mais avançada começa a ter um curto período de vida celeste
(nos níveis inferiores, é claro), mas ainda passa consideravelmente
a maior parte de seu tempo entre encarnações no plano astral.
02.6.2 - NÃO-HUMANOS:
Essência elemental, portanto, é
meramente um nome aplicado durante certos estágios primitivos de sua
evolução à essência monádica, que por sua vez pode ser definida como
a emanação da Vida Divina do Segundo Logos dentro da matéria.
Estamos todos familiarizados com o fato de que antes desta emanação
chegar ao estágio da individualização no qual forma o corpo causal
de um homem, já atravessou e animou por sua vez seis fases mais
inferiores da evolução – a animal, a vegetal, a mineral e três
reinos elementais. Ao energizar aqueles respectivos estágios foi
chamada às vezes de mônada animal, vegetal ou mineral – mesmo que
este termo seja definitivamente enganador, uma vez que muito antes
de chegar a qualquer destes reinos já se tornou não uma, mas muitas
mônadas. O nome, foi, contudo, adotado para transmitir a idéia de
que, mesmo que a diferenciação na essência monádica já tenha há
muito se estabelecido, ainda não havia sido levada ao ponto de
individualização. Agora, quando a essência monádica está energizando
os três grandes reinos elementais que precedem o mineral, é chamada
pelo nome de "essência elemental".
01 - A Velação do Espírito:
Antes, contudo, que a natureza da
essência monádica e a maneira pela qual se manifesta nos vários
planos possa ser entendida, deve ser percebido o método pelo qual o
espírito reveste-se de matéria em sua descida. Aqui não estamos
tratando da formação original da matéria dos planos, mas
simplesmente da descida de uma nova onda de evolução para dentro de
matéria pré-existente.
Antes do período de que estamos falando, esta onda de vida passou
éons incontáveis evoluindo, de um modo de que só podemos ter
pouquíssima compreensão, através de sucessivas formações de átomos,
moléculas e células; mas deixaremos de lado toda esta primeira parte
desta estupenda história, e consideraremos somente sua descida na
matéria de planos um tanto mais dentro do alcance do intelecto
humano, embora ainda muito acima do que o nível meramente físico.
02 - O Reino Animal:
O reino animal é representado no
plano mental por duas divisões principais. No mundo celeste inferior
encontramos as almas-grupo às quais a maioria dos animais está
ligada, e no terceiro subplano os corpos causais dos
comparativamente poucos membros deste reino que já se
individualizaram. Estes últimos, contudo, estritamente falando, já
não são animais; são praticamente os únicos exemplos para ver-se
agora dos primitivíssimos corpos causais, subdesenvolvidos em
tamanho e ainda coloridos somente com as tenuíssimas primeiras
vibrações das qualidades recém-nascidas.
Após sua morte nos planos físico e astral, os animais
individualizados têm usualmente uma vida muito prolongada, ainda que
amiúde algo sonhadora, no mundo celeste inferior. Sua condição
durante este intervalo é análoga àquela do ser humano naquele mesmo
nível, ainda que com muito menos atividade mental.
03 - Os Reinos Elementais:
A essência elemental que
encontramos no plano mental constitui o primeiro e segundo dos
grandes reinos elementais. Uma onda da Vida Divina, tendo encerrado
nalgum éon anterior sua evolução descendente através do plano
búdico, desce ao sétimo céu, e anima grandes massas da matéria
atômica mental, tornando-se assim a essência elemental do primeiro
grande reino. Neste, sua condição mais simples, não combina os
átomos em moléculas a fim de formar um corpo para si, mas
simplesmente por sua atração aplica-lhes uma imensa força
compressora.
04 - Os Devas ou Anjos:
Muito pouco pode ser expresso em
linguagem humana sobre estes admiráveis e exaltados seres, e a maior
parte do que sabemos deles já foi descrito em O Plano Astral. Para a
informação daqueles que não possuem aquele manual em mãos, repetirei
aqui um pouco da explanação geral dada lá com referência a estas
entidades.
O mais elevado sistema de evolução
especialmente conectado com esta Terra, até onde sabemos, é o dos
seres a quem os hindus chamam de Devas, e que noutras partes têm
sido chamados de Anjos, Filhos de Deus, etc. Eles podem, de fato,
ser considerados como um reino estando imediatamente acima da
humanidade, do mesmo modo que a humanidade por sua vez jaz
imediatamente acima do reino animal, mas com esta importante
diferença, de que enquanto para um animal não há nenhuma
possibilidade de evolução através de nenhum outro reino senão o
humano, o homem, quando atinge o nível de Asekha, ou Adepto pleno,
encontra várias sendas de progresso abertas diante de si, das quais
esta grande evolução Dévica é apenas uma (Vide ‘Invisible Helpers
[Auxiliares Invisíveis]’, pg 124).
Na literatura oriental esta palavra ‘Deva’ é freqüentemente usada
vagamente para significar quase qualquer tipo de entidade não-humana,
de modo que inclui amiúde os mais excelsos poderes espirituais de um
lado, e espíritos da natureza e elementais artificiais de outro.
Aqui, entretanto, seu emprego será restrito à magnífica evolução que
ora consideramos.
Mesmo que ligados a esta Terra, os
Anjos de modo algum a ela estão confinados, pois o conjunto de nossa
presente cadeia de sete mundos é como se fosse um único mundo para
eles, sua evolução se dando através de um grande sistema de sete
cadeias. Suas falanges têm portanto sido recrutadas principalmente
de outras humanidades do sistema solar, algumas mais altas e outras
menos que a nossa, uma vez que só uma porção muito pequena da nossa
já alcançou o nível em que nos é possível unirmo-nos a eles; mas
parece certo que algumas de suas numerosas classes jamais passaram
em seu progresso ascendente por qualquer humanidade de alguma forma
comparável à nossa.
05 - Classes dos Devas:
Suas três grandes divisões inferiores, partindo da mais
baixa, são geralmente denominadas de Kâma-devas, Rûpa-devas e
Arûpa-devas, que podem ser traduzidas como Anjos do mundo astral, do
mundo celeste inferior e do mundo celeste superior respectivamente.
Assim como nosso corpo usual aqui – o corpo mais inferior possível
para nós – é o físico, assim o corpo usual de um Kâma-deva é o
astral; de modo que ele está numa posição similar àquela em que a
humanidade estará quando alcançar o planeta F, e ele, vivendo
ordinariamente no corpo astral, se alçaria a esferas superiores num
corpo mental exatamente como poderíamos fazer em um corpo astral, ao
passo que entrar no corpo causal não lhe seria (quando
suficientemente desenvolvido) um esforço maior do que para nós seria
usarmos o corpo mental. Igualmente, o corpo comum do Rûpa-deva seria
o mental, uma vez que seu domicílio é os quatro níveis rûpa do plano
mental; enquanto que o Arûpa-deva pertence aos três níveis
superiores daquele plano, e não possui nenhum corpo mais denso que o
causal. Acima dos Arûpa-devas existem quatro outras grandes classes
em seu reino, habitando respectivamente os quatro planos superiores
de nosso sistema solar; e novamente, acima e além de todo o conjunto
do reino Dévico estão as grandes hostes de espíritos planetários;
mas a consideração de seres tão glorificados estaria deslocada aqui.
02.6.3 - ARTIFICIAIS:
Muito breves palavras precisam ser
ditas sobre esta parte de nosso assunto. O plano mental está mesmo
muito mais povoado que o astral pelos elementais artificiais
chamados à existência temporária pelos pensamentos de seus
habitantes; e quando é recordado o quão mais magnífico e mais
potente é o pensamento neste plano, e que suas forças são utilizadas
não somente pelos habitantes humanos, encarnados ou desencarnados,
mas também pelos Devas e visitantes de planos mais altos, de
imediato veremos a importância e influência destas entidades
artificiais dificilmente pode ser exagerada.
Não é necessário aqui percorrermos
um terreno já palmilhado no manual anterior sobre o efeito dos
pensamentos do homem e a necessidade de vigiá-los cuidadosamente; e
bastante já foi dito descrevendo a diferença entre a ação do
pensamento nos níveis rûpa e arûpa para mostrar como o elemental
artificial do plano mental é chamado à existência, e dar alguma
idéia da infinita variedade de entidades temporárias que assim se
produzem, e a imensa importância do trabalho que constantemente é
feito por seu intermédio. Um uso muito grande deles é feito pelos
Adeptos e seus discípulos iniciados, e é escusado dizer que o
elemental artificial formado por mentes tão poderosas como estas é
uma criatura de existência infinitamente mais longa e
proporcionalmente maior poder do que qualquer uma das descritas ao
tratarmos do plano astral.
Como um Homem obtém a Vida Celeste
pela Primeira Vez:
Veremos, portanto, que nos estágios iniciais de sua evolução muitos
dos Egos atrasados jamais chegam conscientemente ao mundo celeste,
enquanto que um número já maior obtém apenas um comparativamente
leve toque de alguns de seus planos inferiores. Cada alma deve é
claro recolher-se em seu Eu real nos níveis superiores antes da
reencarnação; mas não se segue que naquela condição experimente
qualquer coisa que possamos chamar de consciência.
Formas-Pensamento:
Naturalmente os pensamentos visíveis neste plano não são de modo
nenhum definidamente direcionados para alguma outra pessoa; muitos
são simplesmente jogados a flutuar a esmo, e a diversidade de formas
e cores encontradas entre estes é praticamente infinita, de modo que
o seu estudo é uma ciência em si, e uma ciência fascinante.
As formas de pensamento laçadas pela ação da mente
baseiam-se nos três princípios seguintes:
1 – A qualidade do pensamento determina a cor.
2 – A natureza do pensamento determina a forma.
3 – A precisão do pensamento determina a nitidez de seu contorno.
02.7 - OS REGISTROS DO PASSADO –
REGISTROS AKÁSICOS
Registros Akáshicos (Akasha é uma
palavra em sânscrito que significa "céu", "espaço" ou "éter"),
segundo o hinduísmo e diversas correntes místicas, são um conjunto
de conhecimentos armazenados misticamente no éter, que abrange tudo
o que ocorre, ocorreu e ocorrerá no Universo.
Quem vai à Quinta Dimensão
(atravessar o tunel de luz) é para falar com os Mestres, ajudar e
conhecer espaços importantes como o "Ministério da Regeneração"
aonde poderá ajudar no trabalho. Ou se tiver sido obediente, poderá
ser levado ao Registro Akáshico para consultar informação não
pertinente mas util. Conhecer esse LIVRO DA VIDA.
Ao falarmos das características
gerais do plano não devemos omitir a menção ao sempre presente pano
de fundo formado pelos registros do passado – a memória da Natureza,
a única história do mundo realmente confiável. Enquanto que o que
temos neste plano não seja ainda o registro absoluto, mas um mero
reflexo de algo ainda mais alto, de qualquer maneira é claro,
acurado, e contínuo, diferindo assim das manifestações desconexas e
irregulares que são tudo o que resta dele no mundo astral. É,
portanto, somente quando um clarividente possui a visão deste plano
mental que suas imagens do passado podem ser fidedignas; e mesmo
então, a menos que ele tenha o poder de voltar em plena consciência
daquele plano ao físico, temos que admitir a possibilidade de erros
ao trazer a lembrança do que viu.
02.8 - OUTROS PLANOS:
Pertencentes aos dois planos ainda
mais elevados que o mental, pois seu Buddhi o representa naquilo que
por isso mesmo é chamado plano búdico, e seu Atmâ (a Divina Centelha
dentro de si), no terceiro plano do sistema solar que tem sido
usualmente chamado de nirvânico. No homem comum estes princípios
superiores estão ainda quase inteiramente subdesenvolvidos, e de
qualquer forma os planos a que pertencem estão ainda mais fora do
alcance de qualquer descrição do que está o mental.
Os sete planos cósmicos são:
1) O plano físico cósmico;
2) O plano astral cósmico;
3) O plano mental cósmico;
4) O plano búdico cósmico;
5) O plano átmico cósmico;
6) O plano monádico cósmico e
7) O plano logóico cósmico.
02.8.1 - A Dimensão Mental:
Esta é uma dimensão espetacular!
Rios de som irisdecente limitados por margens de arco-íris de luz
pulsante. Pensamentos aparecem como padrões caleidoscópicos de som e
luz. Você cruza campos de idéias sob um céu cristalino cintilante de
inspiração. Se você entrar nesse mundo não tente racionalizar ou
entendê-lo ou você pode enlouquecer, porque ele está além da
compreensão humana.
02.8.2 - A Dimensão Búdica:
Este é um mundo quente, abstrato,
preenchido com paz absoluta e amor infinito. É uma dimensão de
branco puro. Não há outra percepção sonora ou visual aqui além do
branco brilhante penetrante. Nessa dimensão você abandona muito
rapidamente o pensamento consciente e a individualidade. Você não
consegue pensar por muito tempo uma vez que entre aqui e não há
necessidade ou desejo de fazer isso. Há um desejo irresistível lhe
atraindo para uma tranqüilidade silenciosa.
02.8.3 - A Dimensão Átmica:
Esta dimensão parece ser o mundo do
espírito. Aqui, espíritos aguardam por aqueles que amaram durante
sua vida na Terra. Esse é um feliz local de encontro. É o lugar onde
a reunião de almas acontece.
A luz nesse mundo é a mais pura,
prata mais brilhante, mais brilhante que o piscar de um arco de
solda. É tão brilhante que parece impossível olhar para ela, mas ela
é - por tudo isso - uma luz supremamente gentil, macia e calmante. É
a luz do amor divino. As pessoas aqui aparecem como elas eram no
mundo físico, mas na sua maior magnificência. Elas brilham
extasiadamente, flamejantes com o amor mais brilhante, felicidade e
alegria imaginável. A atmosfera é elétrica e vital, mas ao mesmo
tempo profundamente espiritual. Nesse mundo você pode sentir a
presença de Deus como uma força palpável e penetrante.
Fontes: C.W. Leadbeather, Annie
Besant, Blavastky, Shon Thor e diversos outros artigos - Colaboração
de Diogo Ordine e Marcos Vano.